Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 31/08/2022

O Artigo 3° da Constituição de 1988 assegura que o desenvolvimento nacional, em todos os campos sociais e técnicos, deve ser priorizado. Todavia, não é isso o que vêm ocorrendo, uma vez que a maior parte das instituições de ensino do Brasil ainda operam nos seus moldes antigos e pouco eficientes. Desse modo, cabe debater como a gamificação do processo educativo pode promover o engajamento estudantil e reduzir problemas advindos da degradação ambiental.

De início, deve-se destacar que a educação sempre foi voltado para o público jovem e por isso ela precisa atender as demandas desse público. Segundo uma entrevista do portal O Globo a um dos desenvolvedores do Moodle (Aplicativo digital voltado a educação) do IFRS (Instituto Dederal do Rio Grande do Sul), a união entre o aprendizado e jogos está se mostando benéfico para a nossa instituição e suas parceiras. Ademais, tal processo ocorre devido ao poder que os jogos têm de retirarem o sentimento de obrigatoriedade das tarefas e as transformarem em algo mais lúdico e atrativo para o público que é acostumado aos jogos eletrônicos. Dessarte, isso combate um forte fator de dessestimulo ao ato de estudar.

Outrossim, vale ressaltar que, o gasto desmedido com papel é um problema antigo que os órgãos de ensino vêm tendo que lidar desde muito tempo. De acordo com uma pesquisa do G1, anualmente, milhares de toneladas de papel são gastos na realização de exame convêncionais como provas físicas e trabalhos digitados ou escritos. Assim, essa triste realidade pode ser alterada por meio da gradativa substituição de atividas que incluam métodos mais dinamicos e que, através de aplicativos digitais, tornem esse desperdício o menor possível.

Portanto, para que essa problemática seja solucionada, medidas precisam ser tomadas. Para tanto, o Ministério da Educação, em parceria com diversas instituições de ensino, deve promover o desenvolvimento educacional e combater as mazelas do desperdício e falta de motivação dos estudantes. Isso pode ser feito por meio da destinação de verba pública para o investimento na criação de mais sites e aplicativos educacionais, assim como a promoção de métodos que atraiam a atenção do público jovem. Somente assim a Constituição Cidadã será respeitada o ensino brasileiro poderá progredir rumo ao futuro que desejamos.