Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 22/06/2024

Segundo o educador Mario Sergio Cartella, “os games em sala de aula podem beneficiar na aprendizagem, raciocínio lógico e estratégias”. Nesse viés, os games podem beneficiar os educandos no ponto de vista intuitivo, contudo, eles também podem levar o estudante ao vício devido ao excesso de dopamina, hormônio da recompensa, produzida. Assim sendo, jogos passam a ser maléficos. Nesse sentido, cabe uma discussão a ser feita.

Conforme o sociólogo norte americano Jhon Stiven, “os games são maléficos no ponto de vista educacional devido ao excesso de jogar em si”. Nessa perspectiva, os jogos eletrônicos podem causar mal a mente do infanto-juvenil, visto que o hormônio da recompensa é produzido demasiadamente se não for posto limites na jogatina. Assim, é preciso abordar maneiras de coibir esse mal que é o vício por esses jogos.

Em contraste, os jogos eletrônicos podem ser benéficos na aprendizagem desde usados com moderação. Nessa ótica, sobretudo, nas escolas para que o ensino não fique tão repetitivo e obsoleto os games podem ter um caráter lúdico. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 17,8% das escolas brasileiras fazem uso de jogos eletrônicos. Isso representa uma escassez por esse modo de ensino.

Destarte, para resolver o problema que os games causam à mente dos estudantes , bem como eles serem usados para um caráter didático, cabe ao Ministério da Educação (MEC) usar parte da arrecadação pública aplicando diretamente na formação de uma disciplina paralela a Matemática que aborde práticas e maneiras de usar games para a aprendizagem.