Geração narcisista: um pedido de socorro ou um ato de reafirmação?

Enviada em 26/08/2022

O narcisista é aquela pessoa que a coloca em primeiro lugar em tudo, sendo incapaz de ter empatia por qualquer outro indivíduo que não seja ela. Entretanto, com o advento das redes sociais, é possível notar que vários jovens tem adquirido aspectos do transtorno de personalidade narcisista. Isto é, devido ao alto exibicionismo, principalmente nas redes sociais, jovens tem desenvolvido doenças psiquiátricas e assassinato em massa.

Primeiramente, é válido lembrar que o número de jovens com depressão e ansiedade é diretamente proporcional ao avanço das redes sociais na vida dos mesmos. Essa proporcionalidade se dá principalmente pela necessidade de aparecimento nas redes sociais e, para gerar engajamento, os indivíduos devem passar o maior tempo possível utilizando os aplicativos. Em contra partida, como nos informa o Viitude, serviço de saúde mental em São Paulo, O uso excessivo das redes amplifica emoções de caráter negativo, as quais podem afetar o seu bem-estar emocional. Isto é, para gerar o número desejado de visualizações, muitos jovens trocam a sua sanidade mental por esse objetivo.

Segundamente, vale lembrar que o transtorno narcisista é uma das características de um psicopata. Levando isso em questão, as ferramentas de propagação da internet vêm dado uma espécie de estímulo para esses jovens que possuem esse tipo de comportamento. Desde o início de 2021 os maiores atentados envolvendo civis no mundo foram transmitidos através das redes sociais, sejam eles, ataques a mesquitas, fuzilamento nas ruas ou até mesmo assassinatos particulares, como mostram as reportagens do G1, portal de notícia vinculado à rede Globo de televisão.

Diante do exposto, se faz necessário a regulamentação dos meios de comunicação, onde os jovens devem ser informados, cada vez que criarem suas contas, dos malefícios do uso indiscriminado desse tipo de aparelho. Além desse controle por parte das organizações por trás dos grandes meios de mídia digitais, como a meta, deve se inserir algoritmos que reconhecem violências e termos violentos, para que, através do reconhecimento, possam passar por análises técnicas e encaminhadas, se precisar, para autoridades policiais.