Gestão de resíduos na sociedade brasileira
Enviada em 02/05/2026
A gestão de residuos na sociedade Brasileira e feita com a identificação duque seria esses residuos e onde os descartalos ou reutilisalos com o altorização de governo da regiao sendo colocados principalmente em aterros sanitarios, lixoes, aterros controlados e areas de reciclagem. A gestão de resíduos sólidos no Brasil enfrenta desafios críticos, como a alta taxa de descarte inadequado (lixões), baixa taxa de reciclagem (apenas $\sim$7,5%), infraestrutura deficiente, desigualdades regionais e a necessidade de inclusão social de catadores. O país produz cerca de 90 milhões de toneladas de lixo por ano, e a falta de coleta seletiva eficiente e de educação ambiental agrava a poluição e os impactos na saude publica os principais problemas que ocorrem são a persistencia de lixoes a ceu aberto, aterros sanitarios saturados, ausencia de riciclagem e falta de investimentos em estruturas de coleta. A má gestão de resíduos no Brasil gera graves impactos socioambientais, incluindo poluição hídrica e do solo, proliferação de vetores de doenças (como dengue), contaminação do ar e custos bilionários à saúde pública. O descarte irregular, especialmente em lixões a céu aberto, afeta comunidades vulneráveis e impede a reciclagem eficiente, que é de apenas 10% do total. O principal processo político estruturante para a gestão de resíduos no Brasil foi a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) – Lei nº 12.305/2010, fruto de 21 anos de discussões no Congresso Nacional. Essa lei instituiu normas, responsabilidades compartilhadas e instrumentos de planejamento para superar o modelo precario de lixoes e tem oltros movimentos como Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS - Lei 12.305/2010): Estabeleceu a ordem de prioridade (não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final) e a logística reversa. Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares): Regulamentado em 2022, visa o encerramento de todos os lixões e prevê o aumento da recuperação de resíduos para cerca de 50% em 20 anos, focando em reciclagem e valorização energética. Novo Marco Legal do Saneamento (Lei 14.026/2020): Reforçou a obrigatoriedade do encerramento dos lixões e estabeleceu prazos mais rigorosos para que municípios implementem a cobrança pela gestão de resíduos, viabilizando a sustentabilidade financeira do setor.