Gestão de resíduos na sociedade brasileira

Enviada em 02/09/2019

Durante a crise de 1929, o governo estabeleceu um modelo de desenvolvimento baseado no consumismo. Dessa forma, para manter a sociedade do consumo as industrias estabeleceram à “obsolescência programada”, que consiste na diminuição do tempo útil do produto. Como resultado, o descarte de resíduos aumentou nas últimas décadas. Em vista disso, a maioria dos resíduos são descartados de maneira incorreta causando vários problemas sociais e ambientais.

Em primeiro lugar, cabe ressaltar o descaso dos municípios  com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), que prever o fim dos lixões, a implementação de aterros sanitários e a reciclagem de no mínimo 20% dos resíduos. Entretanto, apesar da lei ter sido promulgada em 2012 poucas cidades a cumprem. Por conseguinte, o lixo continua sendo descartado inapropriada causando a degradação do meio ambiente, e a contaminação do solo e dos catadores dos lixões clandestinos.

Ademais, convém frisar que o descaso incorreto agrava a problemática. Pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, apontam que apenas 37% das unidade federais do Brasil  tem programas de reciclagem.  Como resultado poucas cidades  são beneficiadas com a coleta seletiva. Outrossim, o lixo eletrônico é um grande problema, pois quando descartado incorretamente libera substâncias que contaminam o solo e lenções freáticos, além de  causar graves doenças ao seres vivos.

Portanto, providências devem ser tomadas para resolver o impasse. Em conclusão, o governo deveria fiscalizar e estabelecer multas para as cidades que não cumpra a lei, promovendo concursos para contratar profissionais qualificados para  inspecionar os municípios. Além disso, o Ministério do Meio Ambiente, junto com a mídia deveria promover campanhas informativas sobre o descaso e a separação correta dos lixos. Desse modo, a população e o meio ambiente serão beneficiados com a  preservação.