Gestão de resíduos na sociedade brasileira

Enviada em 17/04/2020

No filme Wall-e, a terra encontra-se em condições inabitáveis para a vida conhecida, consequência direta da geração de resíduos sólidos e orgânicos. Não distante da ficção, percebe-se o encaminhamento do Brasil para a mesma realidade, haja vista a grande produção de resíduos. Desse modo, desencadeiam esse problema o exacerbado consumo brasileiro e as ineficácias políticas públicas.

Em primeiro lugar, no mundo pós-moderno, o consumo é uma das condições mediadoras da vida, tal que, o que não é essencial a ela, torna-se uma necessidade de consumo. Esse consumismo acaba gerando resíduos, podendo causar diversos danos ao  meio ambiente e também o esgotamento de certos recursos. Nesse contexto, o problema não está vinculado a tão somente ao descarte de um produto sem uso, mas ao descarte de embalagens, sacolas plásticas e outros adereços atribuídos ao consumo de um produto e utensílios.

Em segundo lugar, a ineficácia das políticas públicas contribui para o agravamento da situação, visto que não é cumprida de forma eficaz. Lixões que não deveriam estar funcionando mais e o descarte inadequado aliado ao aumento da produção de resíduos sólidos orgânicos ajudam na concretização do problema citado acima, além de demonstrar a incompetência do Governo na efetivação da lei.

A fim de atenuar o problema, cabe ao Governo Federal e as ONG’S ligadas ao meio ambiente a resolução desse empecilho, por meio de campanhas e palestras com o objetivo de conscientizar a população brasileira ,além de que, isso deve ser feito nas escolas também, para estimular desde cedo a preservação ambiental e a gestão de resíduos, além de abordar o que é o consumismo. Essas medidas, caso feitas em conjunto, podem, no futuro, diminuir os problemas causados pelo descarte de resíduos nos lugares errados, e também garantir para a próxima geração, um mundo melhor.