Gestão de resíduos na sociedade brasileira
Enviada em 17/05/2021
Na Revolução Industrial houve um aumento acelerado na produção de resíduos sólidos no mundo, por conseguinte uma maior preocupação política desse quadro. Hodiernamente, apesar do aumento excessivo do número de lixo, a gestão atual do lixo no Brasil se encontra negligente. Nesse sentido, faz-se perceptível como consequências os prejuízos ambientais e a desperdiça de potencialidades socioeconômicas.
Em primeiro lugar, é imperioso ressaltar o desperdício de potencialidades socioeconômicas no Brasil contemporâneo. Segundo a WWF, o Fundo Mundial para a Natureza, o Brasil ocupa a quarta posição de maior produtor de lixo do planeta. Desse modo, ocupando uma alta posição na classificação mundial de maiores fabricantes de resíduos sólidos do mundo, há um grande desperdício na utilização de formas alternativas para esses componentes, que podem ser usados como biogás e em termelétricas de lixo. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Em segundo lugar, vale salientar os graves problemas ambientais resultantes como resultado da gestão de resíduos sólidos no Brasil. Dessa forma, a contaminação do solo, dos lençóis freáticos e dos rios são exemplos dos graves problemas que essa administração traz ao meio ambiente e contribuem para disseminação de doenças, levando à implicações negativas na saúde pública. De acordo com o filósofo grego Tales de Mileto, “tudo é feito de água”. Diante de tal contexto, é necessário que políticas sejam estabelecidas para proteção desse recurso natural essencial para a vida.
Torna-se evidente, portanto, a complexa situação que envolve a gestão de resíduos sólidos na República Federativa do Brasil. Dessarte, é imperioso que o Ministério da Educação, por intermédio dos professores, estabeleça nas escolas públicas e privadas aulas sobre o manuseio do lixo no território nacional, a fim de formar cidadãos conscientes a respeito do conteúdo, só assim será possível resolver a questão do lixo no país.