Gestão Pública em questão no Brasil

Enviada em 15/04/2019

A Constituição Federal de 1988 assegura a todos o acesso aos direitos sociais, como educação, saúde, segurança, emprego e lazer. Contudo, os cidadãos não usufruem de tais serviços plenamente, devido a má gestão pública do Brasil, ocasionada não só pela baixa eficiência dos projetos governamentais, como também pela alarmante corrupção no que se refere ao desvio do dinheiro público. Assim, medidas devem ser pensadas para mitigar esse panorama.

Em princípio, é notável que os projetos propostos pelos governantes, muitas vezes, não possuem a eficiência esperada, quando executados. Sob tal ótica, pode-se exemplificar os gastos exorbitantes com a construção de estádios, reforma de rodovias e aeroportos para a realização da Copa do Mundo de Futebol, promovida pela FIFA, com a qual se esperava um crescimento econômico para o país sede. No entanto, as obras não concluídas, em consonância com a negligência aos outros setores administrativos, promoveu um agravamento da crise já existente no Brasil.

Outrossim, é válido ressaltar que, conforme o filósofo Maquiavel, “os fins justificam os meios”, o que ratifica a caótica gestão do governo como consequência das práticas corruptas de muitos governantes, ao desviarem dos cofres públicos altas quantias, o que torna mais difícil o investimento em políticas públicas pela escassez financeira. Com base nisso, o combate à corrupção é uma medida pertinente para melhorias na administração nacional.

Depreende-se, portanto, a necessidade de propostas que minimizem tais problemáticas. Logo, o Poder Executivo, aliado ao Poder Judiciário, deve reformular e criar novas leis  que assegurem as devidas punições aos gestores cujas condutas administrativas se desviam da legalidade, por intermédio do agravamento das penas e da impossibilidade de uma reaproximação e participação na esfera política.  Com isso, os cidadãos brasileiros poderão usufruir com qualidade de todos os seus direitos sociais