Gestão Pública em questão no Brasil
Enviada em 20/04/2019
“O ser humano não teria alcançado a ineficiência da gestão pública no país se, retidas vezes, não tivesse tentado aproveitar a deficiência do sistema de justiça e do sistema de segurança pública do país”. Com essas palavras, Max Weber, sociólogo alemão, afirma que ineficácia da gestão pública do país, mas, também, posteriormente à quebra de paradigmas, é necessária à insistência, por parte de um grupo social, na tentativa da sociedade observar, por outro ângulo, os benefícios de aprimorar a fiscalização e analisar cautelosamente a gestão pública do país pelos integrantes dessa mesma sociedade.
Primeiramente, o dever de aprimorar a fiscalização da gestão pública brasileira, de modo que impossibilite a impraticabilidade, por parte dos brasileiros, da gestão pública, a qual dever ser administrada para que seja garantida a associação entre o recurso, ação e resultado, está assegurado não só pelos Direitos Humanos, como também pela Constituição do Brasil. Além disso, os pilares de uma república são deixados de lado a partir do momento em que a ineficiência da gestão pública deteriora as áreas de segurança, educação, saúde e saneamento básico do país, abrindo oportunidades para que a sociedade se torne, cada vez mais, excludente.
Paradoxalmente, o ser humano, que é considerado como um ser racional, está inserido em uma dicotomia: ao mesmo tempo em que está à procura de desenvolver projetos socioeconômicos para amenizar as desigualdades sociais ainda presentes no Brasil, deixa a desejar no que se refere à análise crítica cautelosa da gestão pública, a qual é uma importante relação entre a administração dos recursos naturais, sociais, mas também econômicos do país e o desenvolvimento da sociedade dos indivíduos brasileiros; tendo em vista que, segundo o especialista em gestão pública Paulo Daniel Barreto Lima, a gestão pública de uma nação é um dos principais pilares para que a sociedade dessa nação se desenvolva de modo eficaz.
A gestão pública no Brasil, portanto, deve ser não só aprimorada, como também analisada cautelosamente com a iniciativa do Ministério da Educação em parceria com as escolas municipais, psicólogos e administradores de realizarem a implementação de projetos psicopedagógicos, por meio de palestras, além da propagação de folhetins relacionados ao assunto, para que possa haver um trabalho de transformação na mentalidade, tanto do corpo docente e discente quanto de toda população dos municípios, em relação à fiscalização e à análise crítica cautelosa da gestão pública do Brasil, sendo que esses projetos seriam reimplementados anualmente, de modo que eles se tornem uma prática cotidiana nas escolas brasileiras.