Gestão Pública em questão no Brasil
Enviada em 17/04/2019
Em meados do século passado, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Brasil devido à perseguição nazista na Europa. Bem recebido e impressionado com o potencial da nova casa, Zweig escreveu um livro cujo titulo é até hore repetido: ‘ Brasil, país do futuro’. Entretanto percebe-se que em pleno século 21, que a gestão pública no Brasil passa por várias tribulações onde não temos o desenvolvimento da cidade em benefício ao povo que nela reside. Nesse contexto, deve-se analisar a desigualdade social e a falta de atendimentos.
Em primeiro plano, verifica-se que a falta de igualdade social nas políticas públicas é fator que sustenta o problema. De acordo com a perspectiva filosófica de São Tomás de Aquino, todos os indivíduos de uma sociedade democrática possuem a mesma importância, além dos mesmos direitos. No entanto, percebe-se que no Brasil a ausência de planejamentos estratégicos das nações acaba causando a má formação do sistema político, a gestão acaba garantindo a população soluções rápidas e fáceis para os complexos problemas que a sociedade passa, mesmo sabendo dos grandes níveis de desigualdade que o país enfrenta. O resultado disso são os estados com um número alarmante de desigualdades sociais pelo simples motivo de acreditarem em uma gestão desordenada.
Em adição a isso, a falta de atendimentos de qualidades em vários setores públicos identifica-se como outro agente marcante da problemática. Segundo a estimativa do estudo realizado pelo G1.com, no Brasil, 153 mil mortes por ano foram causadas pelo atendimento de má qualidade e 51 mil por falta de acesso a atendimento da saúde. Diante desses números alarmantes percebe-se que a falta de profissionais capacidades, seja na área hospitalar ou policial é preocupante nas gestões, onde a qualidade do atendimento sofreu muito no Brasil nessa crise, provocando superlotação em vários setores. Consequentemente os cidadãos estão cada vez indignados com os políticos que os representam, muitos reclamam da falta de produtividade.
Com o intuito de amenizar esses problemas, algumas atitudes devem ser tomadas. É papel das ONGs, como órgãos que visão suprir as deficiências do estado, promover resgate social de grupos vulneráveis por intermédio de planejamentos entre os vários setores políticos para uma maior participação de todos. Ademais a Secretária de Saúde pode realizar melhorias em vários setores públicos, por meio de contratações de profissionais experientes que possam ajudar a população, a fim de que colocando em prática essas melhorias a gestão publica brasileira irá melhorar.