Gestão Pública em questão no Brasil
Enviada em 16/04/2019
Segundo Aristóteles, a política dever ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Seguindo essa linha de raciocínio, a direção que guia os governos, em tese, está diretamente ligada a juricidade ou validação do certo. Em síntese, fazer o que precisa ser feito corre riscos, ocasionando, não só, gestões corruptas, mas também, descumprimento ou impossibilidade de uma nação justa.
Num primeiro momento, podemos perceber a desvirtuação ainda uma ou duas gerações anteriores as nossas, onde, como era tipicamente chamado, o “voto do cabresto” era o jeito que os coronéis tinham de garantir o voto, e, assim, invalidando a democracia. Isso era feito através da subordinação, geralmente das autoridades legais.
Outrossim, conforme dados mais recentes, ainda no ano de 2014, em Santa Catarina, durante a operação “Ave de Rapina”, realizada pela polícia federal, foram indiciadas 26 representantes de uma empresa que estavam envolvidos com um esquema de propina. Acontecimento alarmante, mas não surpreendente. Torna-se habitual quando se vive numa nação como a nossa.
Em suma, logo ao que foi exposto e sintetizando os ideais evidenciados. Torna-se necessário a conscientização e a implantação de leis, criadas por deputados ou senadores, que a nível federal, puna os transgressores, ou corruptos. De modo que subornos, propinas ou métodos de fugir da lei, sejam extinguidos ou abolidas, finalizando, por meio de que a convicção continue intacta e a utopia seja um sonho realizado.