Gestão Pública em questão no Brasil

Enviada em 16/04/2019

A principal ganho da sociedade no século passado foi o direito à representação. Homens e mulheres ganharam o direito ao sufrágio, sendo no caso do Brasil, universal e periódico. Desta forma, concedendo o direito de representação no poder público. No entanto, no Brasil há inúmeros gestores que são pouco eficientes para administrar e não mostram os valores aceitos pela sociedade. Por outro lado, há um processo de transformação e de maior transparência sobre a nova geração de gestores que estão ingressando no mercado e na política que estão prontos para uma mudança de valores aplicadas até hoje na gestão pública, cita-se o poder executivo.

A maioria dos atos praticados por agentes públicos ineficientes se deve ao fato de não estarem preparados para o cargo de gestores. Ademais, defendem os interesses da classe dominante, como também interesses partidários. Cita-se, como exemplo, o preenchimento de cargos públicos, ou seja, gestores, que não levam em consideração o mérito e a experiência do profissional. Toda esta conjuntura, faz com que a velha gestão pública seja questionável. Neste sentido, precisa-se de renovação para que seja atingido novos horizontes e valores na esfera pública.

Esta nova geração de agentes públicos defende um Estado mais social, eficiente e menos burocrático. Além do mais, promovendo ações a fim de que o Estado esteja presente em toda a sociedade e, que por sua vez, proteja os mais desfavorecidos, ou seja, aqueles de menor renda e menor instrução. O caminho para que a nova gestão pública seja menos burocrática passa pela descentralização de poder e pela parceria público-privada. Em primeiro lugar, muito poder “nas mãos” poucos agentes acabam por promoverem que, estes agentes, coloquem seus interesses acima do interesses público. Em segundo lugar, as parceria público-privada injetam dinheiro em ações do poder público, em troca de benefícios ou isenções, fazendo que ações sejam menos burocráticos, uma vez que não necessitam dos trâmites exigidos à Administração Pública.

Por fim, ressalta-se à importância do gestor público, seja ele representativo ou seja ele efetivo. A mudança valores pela qual passa a sociedade mostra que aquela velha política dos gestores precisa ser revista. Portanto, precisa-se dar voz ao novo ou ao que não se sentia representado e mostrar que o Estado, exercido por ações do gestores, está do lado da sociedade e não acima dela.