Gestão Pública em questão no Brasil

Enviada em 19/04/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à eixo social (educação, saúde, trasporte e segurança) e ao bem-estar social. Conquanto, a Gestão Pública em questão no Brasil, impossibilita que a população desfrute desse direito universal na prática. Nesse sentindo, convém analisarmos as principais consequências de tal posturas negligentes para nossa sociedade.

Em principio, é necessário analisarmos que os projetos governamentais, muitas das vezes, não usufruem da forma que deveriam pela ineficácia do gerenciamento. Por tanto, é análogo a situação do país pela péssima administração, dando ênfase a vivência da crise atual. Cordialmente, o Brasil ocupa a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o sistema público no Brasil possui um desenvolvimento eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto de suas propostas e o resultado desse contraste é refletido na sociedade.

Faz-se mister, ainda, salientar as negligencias governamentais que impulsionam essa problemática. De acordo com Karl Marx, o estado só existiu para proteger o lado dominante (burguesia). Com isso, a pluralidade da classe burguesa encontram-se imperante aos postos administrativos e buscam investir somente no que lhe apresenta vantajoso. Diante de tal contexto, com tantos desastres sucedendo constantemente, é importante que a população se una para exigir seus direito e não abaixem a cabeça á situações que necessitam de melhorias.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de investigação que visem à amenizar e busquem a construção de um país melhor. No trecho da música “será” de legião urbana, diz: “Será só imaginação? Será que nada vai acontecer? Será que é tudo isso em vão? Será que vamos conseguir vencer?”, visando que medidas precisam ser tomadas para a melhoria da administração publica. Com auxilio do Ministério da educação (MEC), as escolas devem promover debates, palestras, rodas de conversas e até mesmo ações para orientar os futuros cidadães sobre seus direitos de exigir o minimo. A partir dessas ações, espera-se promover uma melhoria das condições governamentais e sociais no Brasil.