Gestão Pública em questão no Brasil

Enviada em 21/04/2019

O Brasil passou, ao longo dos anos, por modificações nos modelos de gestão pública. Cada um deles, seja o patrimonialista, o burocrático ou gerencial, retrata um período específico da história política do país e da visão dos governantes sobre a condução do Estado. O modelo gerencial trouxe consigo uma maior preocupação no que tange a eficiência.Com o passar do tempo, a busca pela ética e eficiência também vem fazendo surgir novas formas de controle para evitar a corrupção ou atos que comprometam o alcance da maior missão do Estado: garantir o bem estar da sociedade.

A ética na gestão pública está diretamente relacionada com a forma pela qual as ações do Estado são direcionadas e o guia para essas ações são os modelos de gestão. O Brasil passou por três diferentes modelos de gestão: patrimonialista, burocrático e gerencial. As características de cada um desses modelos de administração levam a um caminho para o tratamento da coisa pública e, consequentemente, a uma nova interpretação do que é ser ético na administração pública.

É valido lembrar que a apatia da sociedade quanto as transformações no meio político é, de fato, um dos potencializadores dessa mazela social. Isso se dá porque a população, na sua maioria, se recusa a inteirar-se dos assuntos políticos, deixando tudo para seus supostos “representantes”. Desse modo, o comodismo social é gerado, e como consequência disso, a falta de transparência nas gestões públicas e, eventualmente, a corrupção.

Assim, faz-se necessária a manutenção nas leis contra esse tipo de crime, tendo em vista, que a punição para essas práticas são banidas e sem mudanças por parte dos infratores. Aliado a isso, o aumento na transparência do Poder Público, que em geral, os brasileiros têm dificuldade para obter.

Para isso, deve haver uma propagação por meio da mídia sobre os mecanismos que tem como função a disseminação dos gastos e emendas públicas, como é o caso do site “Transparência Brasil”. Somando-se a isso, estimular o brasileiro a se tornar mais assíduo quanto ao cenário político, para que aos poucos, nos desliguemos das nossas origens Ibéricas de que o estado é total provedor das necessidades da população. Sendo assim, o “beco” causado por meio da corrupção será minimizado