Gestão Pública em questão no Brasil
Enviada em 22/04/2019
De acordo com o historiador brasileiro Leandro Karnal, “Não existe congresso corrupto e sociedade honesta”. Os desafios de ter um boa gestão pública no Brasil são vários, começam por gestões passadas que foram inadimplentes e que deixam uma péssima herança para o atual gestor, não possuem plano de governo e muito menos um calendário de administração. Podemos citar dois fatores como cominantes para o ocorrência do fato, o primeiro deles é que a política no Brasil passa de pai para filho e o segundo e não menos importante é a falta de aplicações de novas ideias na gestão pública.
Em primeiro plano, evidencia-se que a politica no Brasil passa de pai para filho, quase como uma herança, famílias que fazem da politica um negócio. As pessoas tendem a votar em candidatos que os progenitores já tiveram participação efetiva em alguns municípios, e que muitas vezes os mesmo chegam há cargos máximos da cidade sem apresentar nenhuma proposta concreta, ou falar sobre elas. Usam da fama de seus antecessores para causar uma boa impressão, podemos citar como exemplo o neto de Miguel Arraes e filho de Eduardo campos, João Campos. Ou até mesmo do atual presidente Jair Bolsonaro, que dos seus cinco filhos, três são políticos.
De mesmo modo, destaca-se que a falta de aplicações de ideias novas em gestões públicas causa um atraso como um todo a sociedade em que vivemos. Marcada pela velha politica, boa parte de nossos municípios sofrem com a pouca abertura para novas ideias que venham a surgir. Podemos levar como exemplo o agreste Pernambucano, que sofre com a carência de gestões que criem projetos de lei para melhor a vida dos que residem ali.
Pela observação dos aspectos analisados, a solução para ambos os problemas é fazer com que os jovens criem interesse pela administração pública, através de projetos como o, “câmara mirim” e “parlamento jovem brasileiro” que tem como objetivo principal incentivar os jovens de todo país a perderem o desprezo que sentiam pela politica e também usar disso como incentivo para que pessoas que não tem parentes políticos, possam vir a fazer parte da politica.