Gestão Pública em questão no Brasil

Enviada em 21/04/2019

Na Grécia Antiga, segundo o filósofo Platão, que dizia “O importante não é viver, mas viver bem”  evidencia-se, analisando o contexto atual do país, que há uma grande percepção quanto a vivência da população em condições desiguais e desfavoráveis. Desse modo, é importante destacar que a gestão pública passa por inúmeros entraves. Nesse sentido, é preciso voltar-se sobre a corrupção e à punição dos atores envolvidos.

Em sua obra O Príncipe, Nicolau Maquiavel escreveu “O governante deve ser ético até onde lhe fosse útil”, o que culminou em uma forte influência na mentalidade de alguns políticos ao longo do tempo, levando-os à quebra do código de ética e ao desvio de verbas públicas. Por consequência disso, a qualidade das escolas, transportes públicos e hospitais estão sendo cada vez mais afetados, impactando negativamente  no crescimento econômico e social do Brasil.

Válido ressaltar ainda, que a Constituição Federal Brasileira de 1988 é a norma de maior hierarquia no sistema judiciário, sendo unanime em suas práticas e aptidões, garante igualdade à todos. Mas, que por mais bem cumprida pelo poder competente, deixa falhas incomensuráveis ao longo do processo. Nesse sentido, os políticos corruptos ficam cada vez mais dispostos e aptos à fazerem irregularidades, pois o órgão que deveria fazer o trabalho de punir, não o faz com tanto rigor que se pede atualmente no cenário caótico da política no nosso país.

Logo, diante de tantos problemas gerados pela má administração, o Ministério Público deveria investigar com mais rigidez as licitações de empresas, fazendo com que as mesmas não sejam usadas como faixadas para a corruptividade e também fazer com que os serviços públicos prestados à população sejam mais dignos e melhores. Ademais, a sociedade como um todo deveria vigiar e denunciar com mais frequência os políticos da sua localidade, fazendo com que o “viver bem” de Platão seja colocado como a fundamental prioridade.