Gestão Pública em questão no Brasil

Enviada em 21/04/2019

Gestão Pública é administrar o bem público de modo que a população seja beneficiada pelas ações realizadas por essa administração. No entanto, o Brasil enfrenta dificuldades em gerir corretamente para o povo, apresentando problemas em diversos setores da sociedade como saúde, educação e infraestrutura. Fato esse que é consequência da corrupção e a pequena participação dos brasileiros para a melhoria da gestão pública.

Inicialmente, em 2004 no estado da Bahia, a operação realizada pela  Polícia Federal investigou um esquema de corrupção iniciado pelo Poder Executivo Federal, que buscava obter lucro de forma ilícita mediante às contratações e efetuações de obras públicas. A corrupção tornou-se cultura no Brasil, logo, casos como esses em relação ao uso ilícito do dinheiro público tornou-se mais frequentes. Sob essa perspectiva, quem deveria está ajudando o Brasil a crescer, a se desenvolver são os que infelizmente lutam contra isso quando praticam corrupção, administrando mal o dinheiro destinado a diversos setores da sociedade.

Na Grécia Antiga, em Atenas, os políticos que não faziam o que o povo queria, eram excluídos da vida pública durante 10 anos, logo, sua democracia era direta, escutava e efetuava o que os atenienses almejavam. Em contrapartida, atualmente no Brasil, a democracia é indireta, há distância entre os gestores públicos e o povo. Diante disso, nota-se um afastamento  das reais necessidades do povo em relação à administração pública, o que afeta os mais diversos setores essenciais para a vida da sociedade.

Portanto, diante do exposto, é necessário adotar medidas para que as necessidades do povo sejam atendidas e efetuadas pela gestão pública. Os gestores públicos devem se aproximar mais da sociedade por meio da internet, aplicativos, criação de banco de dados filtrando quais problemas estão sendo mais reivindicados pela população. Assim, será possível efetivar melhorias para os diversos setores da sociedade. Logo, seremos um país onde as reivindicações dos cidadãos são priorizadas.