Gestão Pública em questão no Brasil

Enviada em 22/04/2019

É de fundamental importância falarmos sobre a gestão pública no Brasil. O termo está relacionado ao papel de “administrar” os bens e patrimônios do Estado, seguindo leis específicas e em prol da sociedade. Quem opta por trilhar carreira nesta área, deve ter qualificações técnicas para gerenciar os órgãos ou setores da administração pública, assumindo como responsabilidade o uso consciente dos recursos públicos. Uma das palavras fundamentais para uma boa gestão pública é “excelência”. Através dela os processos de fundamentação da estrutura do município, a capacidade de administração baseada em necessidade coletiva e o controle dos valores exigidos na gestão será indispensável para a ocorrência de resultados que beneficie tanto a estrutura física do município como sua base econômica e a qualidade de vida dirigida à população local. O país passou, ao longo dos anos, por modificações nos modelos de gestão pública. O Brasil passou por três diferentes modelos de gestão: patrimonialista, burocrático e gerencial. As características de cada um desses modelos de administração levam a um caminho para o tratamento da coisa pública e, consequentemente, a uma nova interpretação do que é ser ético na administração pública. Não é novidade que a administração pública brasileira carece de um choque de eficiência e gestão. Mas é possível tirar o país dessa sina com alguns conceitos simples (pelo menos na teoria), segundo revelam alguns dos palestrantes do Colab Gov Summit. Segundo os palestrantes devemos, defender que planejamento é essencial para uma administração pública eficaz pode até parecer óbvio. Mas o fato é que essa premissa não tem sido seguida por uma parte gritante dos gestores públicos do país – que prometem uma coisa na campanha eleitoral e seguem outra cartilha quando chegam ao poder.