Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 13/05/2018
A taxa de natalidade de adolescentes no Brasil pode ser considerada alta dadas as características do contexto de desenvolvimento brasileiro, sendo observado um viés de renda, raça/cor e escolaridade significativo na prevalência desse tipo de gravidez (adolescentes pobres, negras ou indígenas e com menor escolaridade tendem a engravidar mais que outras adolescentes). Nesse sentido, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil ocupa a quarta colocação entre os países da América do Sul com índices de gravidez na adolescência mais elevados, são 68 para cada mil meninas, entre 15 e 19 anos. Nesse viés, o país encontra-se nessa posição devido à pouca discussão sobre a sexualidade e todas as questões que a envolve, incluindo a gravidez não planejada, a precoce e o risco de contração de DSTs. Dessa forma, a forte influência religiosa atrelada à sociedade brasileira antiquada, correlaciona esses assuntos com algo inapropriado de se comentar. Com isso, os jovens começam a vida sexual sem informações suficientes que possam conscientizar dos riscos que estão sujeitos e das diversas formas de prevenção. Nesse sentido, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil ocupa a quarta colocação entre os países da América do Sul com índices de gravidez na adolescência mais elevados, são 68 para cada mil meninas, entre 15 e 19 anos. Nesse viés, o país encontra-se nessa posição devido à pouca discussão sobre a sexualidade e todas as questões que a envolve, incluindo a gravidez não planejada, a precoce e o risco de contração de DSTs. Dessa forma, a forte influência religiosa atrelada à sociedade brasileira antiquada, correlaciona esses assuntos com algo inapropriado de se comentar. Com isso, os jovens começam a vida sexual sem informações suficientes que possam conscientizar dos riscos que estão sujeitos e das diversas formas de prevenção. “O ser humano é aquilo que a educação fez dele”. Essa frase dita pelo filósofo Immanuel Kant evidencia que a instrução é a base da pessoa. Sendo assim, cabe ao governo Federal criar programas de educação sexual onde ganharão uma melhor compreensão sobre a sociedade em que vivem, para que assim possam tomar decisões de uma maneira mais bem informada e ficarem mais seguros." A Receita Federal, disponibilizar parte dos impostos arrecadados para criarem projetos de orientação sexual nas escolas contendo especialistas para acompanharem os adolescentes. E a mídia disponibilizar palestra tanto na televisão , quanto na internet para alertarem os pais sobre a importância de abordar esse tema com os filhos, além de trazer nas novelas e seriados informações sobre prevenção de gravidez. Com o apoio de ambos, certamente, esse problema será erradicado do Brasil.