Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 13/05/2018

Na obra ‘‘Preciosa’’, a trama retrata uma menina de dezesseis anos, pobre, negra e com dois filhos apesar da idade, diante disso, a mesma enfrenta uma antepaixão consigo e passa por várias rejeições socialmente. Não obstante, nossa realidade se assemelha ao filme, uma vez que a gravidez na adolescência, especialmente indesejada, é um impasse a ser solucionado. Hodiernamente, a falta de conhecimento adequado dos métodos contraceptivos e a ingenuidade contribui para tal ascensão da gravidez na adolescência.

Sob tal enfoque, a gravidez precoce traz uma carga de impasses. De acordo, com a ONU o Brasil possui a sétima maior taxa de gravidez adolescente da América do Sul, além disso, sete em cada dez são negras .Ademais, grande parte dos jovens possuem um discernimento considerável sobre os métodos contraceptivos, contudo, a maioria não sabe se acautelar de forma apropriada, por não entender o funcionamento de cada método ou simplesmente utilizar de forma errônea.

De outra parte, a Constituição Federal de 1988, assegura a todos os direitos à saúde e a equidade social, assim independentemente das causas  o bem-estar da mãe e do bebê resulta de uma gestão pública, visto que, ocorre riscos à saúde e tem efeito socioeconômico.   Outrossim, principalmente as jovem que engravidam acabam deixando sua escolaridade de lado, principalmente quando há baixo nível econômico, em virtude da criação dos filhos e a falta de estrutura social.                                 Para que se minimizem, enfim, as gravidezes precoce corrente infelizmente regulares, é improrrogável um esforço do Governo em parceria com o Ministério da Saúde, a fim de um desenvolvimento na saúde, por meio de uma mobilização regional, onde equipes formadas por profissionais capacitados vão até as regiões mais precárias e elucidem o adequamento dos métodos contraceptivos e as reflexões dos jovens. Além disso, o MEC deve gerar palestras com sexólogos, para aclarar todas as dúvidas entre os jovens.