Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 13/05/2018

A adolescência é um momento saturado de redefinições de valores e conflitos emocionais. No Brasil, há evidencias de um alto índice de gravidez nesse período, desse modo, ela tornou-se um problema para a vida social e acadêmicas de muitas pessoas. É primordial ressaltar que a mídia faz apologia ao sexo entre jovens e a prevenção sexual virou um tabu na sociedade.

Dados da SEADE— Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados— afirmam que, em São Paulo, cerca de 14% das grávidas são adolescentes, logo, surge esta indagação: o que influencia os jovens à prática sexual?. Indubitavelmente, a Mídia transformou-se em um ambiente nocivo aos adolescentes, pois utiliza ferramentas,como músicas e propagandas, que induzem ao sexo. Desse modo, o público juvenil fica mais exposto aos riscos da gravidez indesejada que, possivelmente, poderá causar danos na  família e vida acadêmica.

Observa-se, em segunda instância, que a sociedade trata diálogos sobre prevenção sexual como tabu. A teoria Neomalthusiana, que surgiu após a Segunda Guerra Mundial, afirma que o controle populacional deve ocorrer por meio do planejamento familiar e métodos contraceptivos. É evidente que essa preparação não se faz presente no Brasil, pois as instituições escolares e familiares não se mostram eficientes em dialogar com os adolescentes a respeito de métodos que evitem a gravidez em momento inadequado que, de certo, transformará a vida dos jovens.

Fica claro, dessa forma, que o uso de medidas para o combate à gravidez na adolescência é primordial para que os jovens possam passar por essa fase da vida com bem estar social, acadêmico e físico. A Câmara Legislativa Brasileira, por meio da criação de uma lei sobre planejamento familiar, deve exigir que as instituições escolares ofereçam palestras às famílias e jovens, acerca de orientação sexual e uso de contraceptivos— DIU, camisinha e pílulas— ,fazendo com que esses diálogos sejam presente no meio social.