Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 14/05/2018
A partir da Revolução Industrial, as diferenças socioeconômicas se tornaram mais evidentes. Além disso, as classes de menor poder aquisitivo foram marginalizadas. Em suma, a gravidez na adolescência está diretamente ligada a baixa renda e escolaridade das famílias.
Nesse contexto, tem-se na história vários exemplos de governos desde da Idade Antiga até os atuais que beneficiam uma pequena parcela da população por esta ser abastada. Tal conjuntura demonstra que a classe baixa é ignorada e fica em últimas estâncias para receber algum tipo de ajuda. Assim sendo, percebe-se que os índices de gravidez precoce são alarmantes nessa faixa da população brasileira, combinado a isso a pouca perspectiva de futuro melhor, mais rentável, contribui para esse problema.
Vale acrescentar que essa adversidade pode promover uma consequência no âmbito educacional. Uma vez que, essas adolescentes que estavam estudando, quando engravidam, acabam desistindo da escola, como são provenientes de famílias pobres, são, praticamente, obrigadas a trabalhar para sustentar seus filhos. Tal situação reafirma a baixa escolaridade, pois como seus pais, possivelmente, também não tiveram muita educação, ela que está grávida deixará os estudos e seu filho, provavelmente, seguirá o mesmo caminho.
Para diminuir os índices de gravidez na adolescência, o MS pode promover campanhas e palestras em escolas, UBS divulgando os perigos da gravidez prematura; o modo correto de se usar contraceptivos; sobre uma vida sexual saudável. Dessa forma, os adolescentes em geral saberão como e o porque usar preservativos. Bem como, a sociedade brasileira pode formar grupos de ajuda, apoio que incentivem as jovens mães voltar a estudar. Dessa maneira, poderá mudar o futuro dessas meninas e de seus filhos.