Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 20/06/2018

Caminhos para se combater a gravidez precoce.

Denomina-se gravidez precoce a menina que engravida em seu pleno desenvolvimento que é a adolescência, de acordo com o Departamento de Informação do SUS (DATASUS) 1 a cada 5 crianças é filhas de adolescentes entre 10 a 19 anos. No primeiro momento, esse nível de fecundação dar-se em países que ainda estão em desenvolvimento, por jovens desconhecer métodos contraceptivos e por não terem uma educação sexual nas escolas.

A pratica de educação sexual nas escolas é entendido de maneira equivocada por alguns pais, pois o incentivo  a prevenção é vista como um estimulo para que os jovens se tornem sexualmente ativos. Uma vez que o Brasil tem um grau de gravidez na adolescência acima da média e um nível alto de crianças sendo abandonadas, temos que adotar medidas para barrar esse crescente aumento.

Portanto, analisando o contexto do Brasil a desigualdade ainda prevalece na sociedade e afetando a classe mais desfavorecida que não tem o minimo de qualidade de vida. É notório que grande maioria das mães adolescentes são de zonas periféricas que não tem uma assistência a saúde de qualidade ou uma educação sexual e que 76% das adolescentes que engravidam abandonam a escola por não ter condições de encarar a dura jornada.

Conclui-se que, para minimizar a gravidez precoce é preciso que o Ministério de Educação crie um projeto para incluir a disciplina de educação sexual nas escolas, de maneira que esse projeto tenha a participação dos pais para conscientizar os adolescentes quanto aos perigos do sexo. Ademais, o Ministério de Desenvolvimento Social elabore uma politica de desenvolvimento para as áreas menos desfavorecidas do país com intuito de levar mais educação e saúde de qualidade para esses locais.

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