Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 27/05/2018
Desigualdade social. Estrutura familiar vulnerável. Meninas de periferias. Esses são alguns fatores que representam bem a questão da gravidez na adolescência na sociedade brasileira. Todavia, é evidente que medidas sejam feitas para sanar esse impasse.
Contemporaneamente, é notável que o número de adolescentes grávidas, aumentou significativamente na sociedade. A desigualdade social favoreceu para o surgimento de uma geração sem perspectiva de vida. Contribuindo, assim, para que muitas meninas se tornem mães cedo demais.
Outro fator, que deve se ressaltado, é a desestruturação familiar. Seja por separação, ou pela falta de tempo, os pais estão cada vez mais afastados de seus filhos. Gerando, assim, a falta de comunicação entre os mesmos. É, importante frisar também, que os maiores índices de gravidez entre meninas de 15 a 19 anos, ocorre nas periferias das grandes cidades. Dessa forma, potencializa a taxa de natalidade.
Portanto, diante do exposto, fica claro que mudanças sejam feitas no meio social. Nas escolas, os coordenadores juntamente com os psicopedagogos promovam palestras com especialistas em sexualidade juvenil, que incluem e instruem a famílias sobre a importância da responsabilidade sexual. Além disso, o Ministério da Saúde deve realizar campanhas de divulgação dos métodos anticonceptivos que são ofertados nas redes públicas de saúde e, também, abrir um canal via internet que informe aos jovens sobre a prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e sobre o uso correto da camisinha e anticoncepcionais, para que qualquer dúvida relacionada à vida sexual possa ser sanada e os adolescentes estejam conscientizados e aptos para essa fase. E, como diria Martin Luther King, toda hora é hora de fazer o que é certo.