Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 29/05/2018
Ainda no século atual, falar sobre sexo e gravidez é considerado um tabu. As famílias estão aumentando seu número sem ao menos saber como lidar com seus membros. A princípio, a iniciação na vida sexual ativa está sendo cada vez mais precoce, atrelado a isso, vem a gravidez na adolescência.
Os pais não sabem como estabelecer uma relação de confiança e intimidade para conversar sobre a vida sexual e a importância da prevenção da gravidez e principalmente sobre as doenças sexualmente transmissíveis. Na outra face do problema, estão os adolescentes que procuram por informações em internet ou até mesmo com amigos próximos.
A escola tem um papel fundamental de fazer a ligação entre o adolescente e a família, onde se faz necessário passar a informação de forma sucinta, educacional e imparcial para não infringir nenhuma questão ética ou moral com a família do menor. Retomando à família, os pais devem ter uma conversa aberta com os filhos para que essa iniciação se dê o mais tardar possível, haja visto sobre as doenças sexualmente transmissíveis que estão cada vez mais presentes no dias atuais e como se portar frente a essa nova situação.
Em se tratando de gravidez não planejada, a adolescente acaba por ter que conciliar a vida escolar e adiar os planos universitários para se dedicar à uma nova vida. Deve-se levar em consideração a respeito da situação financeira e emocional não só da nova mãe como também da família em si.
Uma forma de abrandar a posição do país no ranking de gravidez na adolescência é o planejamento de políticas públicas para a distribuição de contraceptivos para adolescentes sexualmente ativas, além de palestras educacionais em escolas e postos de saúde com público alvo de meninas e meninos. A família deve estar presente em todas as alternativas para assim cumprir seu papel e direcionar os jovens para um caminho de sucesso seja com uma gravidez planeja ou não.