Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 19/05/2026

A princípio, a gravidez na adolescência foi taxada como um tabu em escolas, dentro de suas próprias casas e na sociedade em geral, fazendo com que haja insegurança e medo ao se tocar em tal pauta. Diante desse cenário, só é trago como foco a prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis, sem tocar no ponto que jamais deixaria de ser importante que é uma gestação não planejada nessa idade em que a vida apenas se inicia.

Desse modo, quando uma adolescente engravida de maneira irresponsável essa mesma pode se ver em um cenário onde o aborto ou coisa de mesmo nível se torna viável, mesmo que ainda seja de grande risco para a própria vida. Sem um determinado rumo a tomar, afinal mesmo com tanta tecnologia e informação, ainda há situações em que decisões impulsivas são tomadas no ápice do desespero.

Em princípio, existem leis que protegem tanto a adolescente quanto ao feto então fecundado de maneira indesejada. Sabendo que, a gravidez e a maternidade precoce estão totalmente ligadas a desigualde de gêneros e violação dos direitos humanos. Com isso, na constituição de 1988, lei 196, há a garantia sobre a saúde como um direito de todos e dever do Estado, o que inclui o acesso a métodos contraceptivos e planejamento familiar.

Diante do exposto, se torna não só o dever, mas também a obrigação dos orgãos governamentais o desenvolvimentos de leis que deverão ser aplicadas principalmentes dentro de instituições de ensino, onde se torna responsabilidade e tarefa do adulto a conscientização dos riscos da gravidez em tal idade e fase da vida. O que não deixa de ser responsabilidade dos pais e responsáveis, que de maneira mais íntima e segura devem se aprofundar nesse tema. Ao governo, através de palestras e outros canais de comunicação, deveriam também impulsionar a destribuição de métodos contraceptivos em postos de saúdes e organizações semelhantes. Para então acontecer um maior incentivo a prevenção tanto da gravidez como também de doenças.