Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 04/06/2018
O instinto mais básico dos seres vivos são alimentação, auto preservação e, principalmente, reprodução. O terceiro item pode e muitas subjuga os anteriores, o propósito maior da vida é a reprodução. Na espécie humana é a mesma coisa. 16 anos é a idade minima mais segura para o corpo da mulher gerar uma vida, e 35 anos é a idade máxima. Em ambos os casos, ao desviar do limite etário, o risco de má formações ou morte de mulher e criança é alto, é o que afirmam médicos ginecologistas.
O Brasil é um país pobre, e como é no mundo todo, países pobres possuem taxas de fecundidade maior. A taxa de fecundidade em adolescentes seguem alguns fatores, o primeiro é a pobreza em si. A condição de pobreza trás consigo inúmeros problemas, envolvendo moradia, alimentação e educação, que é o segundo fator. A decisão de ter ou não um filho é baseada em analise das informações que o individuo possui sobre si mesmo e o meio ao seu redor. Em um país pobre como o Brasil essas informações são analisadas porcamente ou nem sequer são analisadas, visto que não existem alternativas para pessoas pobres. já que o acesso e informação sobre os meios contraceptivos é falho.
O maior problema causado pela gravides na adolescência é uma continuidade do ciclo da pobreza, pais pobres que não podem mais estudar devido a idade e a possuir um filho, continuaram pobres, assim como seus filhos. Gerando um ciclo vicioso de pobreza, criminalidade (esta inegavelmente associada a pobreza) e principalmente continuidade no poder de políticos populistas com projetos sociais que visam apenas a manutenção desta condição e não o seu fim.
Para resolver o problema a solução é a educação para toda a população pobre, e nisso entra a educação sexual e geração de oportunidades de emprego e profissionalização, ambos as coisas podem e devem ser propiciadas pelo Estado, via ministério da educação, e bancadas pelos tributos. ONG’s e entidades de apoio ao jovem pobre também podem atuar de forma mais concisa e coordenada com o Estado.