Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 13/06/2018
A gravidez é um assunto comum e estimado no universo feminino.Mas,tal no período da adolescência,tornou-se um problema de saúde pública e social.Apesar de se estar na era da Informação,o poder midiático pode gerar efeitos negativos na sociedade.A vulnerabilidade também é um fator a ser considerado.
Em média,630 mil mulheres abaixo de 19 anos ficaram grávidas no estado de São Paulo em 2014,segundo o site Acidadeon.Esse número é significativo e ele não está relacionado á falta de informação,mas sim á transmissão dela.A mídia televisiva,principalmente,excerce grande influência sobre os adolescentes do país.Em busca de alertar e informar,os seus programas ‘’teen’’,como a novela Malhação,por exemplo,abordam temas atuais e relevantes para a sociedade,em que visam conscientizar o público alvo sobre o preconceito e a aceitação das diversas classes sociais.Contudo,podem exercer um efeito contrário de incentivo às práticas impróprias para a idade,demonstrando uma realidade extremamente fictícia,sem levar em conta os possíveis danos á saúde.Deve-se considerar,que a faixa etária tida como alvo desses programas é a mesma de maior ocorrência de gravidez precoce.Além disso,a incidência de gravidez na adolescência é maior nas regiões Norte e Nordeste,segundo a pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE).Isso evidencia que as jovens das classes mais pobres e restritas tendem a serem mães cedo.
Haja vista essa problemática, é preciso que o Ministério da Comunicação Social fiscalize os programas midiáticos,especialmente os de televisão,de forma á garantir um conteúdo positivo e saudável aos telespectadores;com evidentes possibilidades de sanções.Também,o Estado juntamente com o Ministério de Desenvolvimento Social devem garantir os direitos básicos dos cidadãos,como o estudo,alimentação e moradia.Além de criar e intensificar programas sociais que garantam a oportunidade de estudo e trabalho de qualidade em todas as regiões do país.