Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 15/06/2018
Desde o Socialismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a gravidez na adolescência em evidência, no Brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ideal socialista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, como problemas sociais, saúde das jovens, ampliação da desigualdade no tecido social brasileiro.
Em primeira instância, a gravidez na adolescência é um risco na saúdo dos jovens, tanto corporal quanto psicológico. Biologicamente, o corpo de uma jovem só estará preparado para uma gravidez saudável e com menos transtornos, dos 18 aos 28 anos, antes disse, pode acarretar em problemas para sua saúde, ou até mesmo à morte no parto e pós-parto.Todavia, problemas psicológicos andam juntos com a gravidez na adolescência, tanto nas futuras mães quantos pais (que geralmente são adolescentes), como o medo em grande escala, a insegurança, até mesmo a depressão.
Outrossim, com a gravidez na adolescência, o futuro dos jovens pais é afetado, pois suprir as futuras necessidades do futuro filho, com isso os jovens tendem a sair das instituições de ensino a procura de trabalho. Paulo Freire diz: Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda. Logo quando um jovem sai da escola para trabalhar, está agregando a desigualdade social em sua vida.
Destarte, torna-se evidente, portanto, que a gravides na adolescência causa grandes agravamentos no tecido social e deve ser resolvido. Neste contexto, as instituições de ensino, em parceria com a mídia e ONGs, podem fomentar o pensamento por crítico intermédio de pesquisas, projetos, trabalhos, debates e campanhas publicitárias esclarecedoras. Ademais, é necessário que o Ministério do Desenvolvimento intensifique os programas sociais, como o Bolsa Família, Bolsa Verde, entre outros, a fim de promover a inserção na sociedade dos brasileiros marginalizados, para que tais pessoas ampliem suas oportunidades sociais, como educação e trabalho.