Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 18/06/2018
No Brasil, uma taxa de 68,4 nascimentos para cada 1 mil meninas entre 15 a 19 anos evidência um elevado número de gravidez na adolescência no país. Cabe ressaltar a desigualdade social e a falta de informações sobre o uso de contraceptivos umas das causas para que esse problema ocorra. Inegavelmente esses dados mostram que medidas devem implementadas para mitigar esses elevados índices.
Desde os primórdios, a desigualdade social no Brasil existe e isso acarreta em diversos problemas agravados ao longos das décadas. Por consequência, jovens que moram em lugares mais pobres e sem saúde adequada são mais suscetíveis a gravidez na adolescência, pois são mais desprovidas de informações e contraceptivos para prevenir a gravidez. Sem dúvidas essa questão é de grave urgência, visto que pode ter efeitos na saúde das meninas durante sua vida.
Certamente, muitos adolescentes sofrem com o déficit de comunicação dos pais e das escolas acerca do uso de prevenções de natalidade. Embora as pessoas estejam começando a mudar seus pensamentos, esse assunto ainda é um tabu perante a sociedade e muitos têm medo de incentivar uma vida sexual ativa de seus jovens, contudo isso só os deixam a mercê desse problema. Urge, portante, que providencias sejam tomadas para que o dialogo sobre esse assunto aconteça mais vezes e abertamente.
Desse modo, é evidente que a gravidez na adolescência no Brasil é um obstáculo muito grande a ser minimizado gradualmente. Com isso, o governo junto com a mídia, escolas e ONG’s devem levar informações para todos os jovens de todas as classes sociais através de debates, cartazes e anúncios para que eles tenham mais opções de como se prevenir e assim esse índice diminua. Dessa maneira, o Brasil irá progredir nesse aspecto e terá uma qualidade de vida maior.