Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 23/06/2018

A gravidez é um estágio sublime para a mulher, uma fase de plenitude, realização e o início da formação de uma família. No entanto, no Brasil, esse advento vem se deflagrando de forma precoce e rotineira, principalmente, no âmbito de adolescentes de baixa renda. Isso se dá, tanto pela falta de informações na área dos direitos reprodutivos em consonância com a demasiada apelação da mídia pelo uso do corpo como meio de entretenimento e renda.

É possível afirmar que, a iniciação da vida sexual dos jovens vem acontecendo cada vez menos tardia o que leva às consequências, muitas vezes, não calculadas, como a gestação. E se isso não pode ser evitado, é necessário ser abordado. Com já dizia o grande filósofo e matemático Pitágoras, eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens. As formas contraceptivas, que hoje são apresentadas em diversas vertentes, podem auxiliar na diminuição da incidência da gravidez não desejada como também, em outros agravos à saúde como as DSTs.

Convém lembrar ainda que, os vários meios de comunicação incitam à urgência em exaltar o corpo, unificando as ideias de sensualidade, vulgaridade e promiscuidade gerando desejos efêmeros  desencadeando resultados, enumeras vezes, indesejados e irresponsáveis como formação de uma família desestruturada e a concepção de uma criança, por muitas vezes, indesejada.

Com isso, percebe-se que a gravidez na fase não adulta, acarreta comorbidades sociais de relevantes proporções, podendo ser minimizada com intervenção gorvenamental de informações mais direcionadas ao público jovem em relação aos métodos de prevenção gestacional a partir de meios de comunicação mais utilizado por esses como, televisão, internet, escolas; com propagandas educativas, palestras de incentivos ao uso e a procura de atendimento especializado nos postos de saúde concomitante com a participação da família na orientação e no acompanhamento desses jovens.