Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 27/06/2018
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada mil adolescentes brasileiras entre 15 e 19 anos, 68 ficaram grávidas e tiveram seus bebês. O índice brasileiro está acima da média latino-americana, estimada em 65,5. No mundo, a média é de 46 nascimentos a cada mil. Dentre tantos fatores relevantes, temos: a limitada educação brasileira e consequentemente a falta de conhecimento entre os jovens.
Em primeira análise, devido o Brasil ser constituído por várias famílias que se consideram “tradicionais’’, onde os mesmos se privam de falar e debater determinados assuntos, tais como: sexualidade, doenças sexualmente transmissíveis, aborto etc. Indubitavelmente, isso acaba refletindo na educação transmitida pelos docentes, fazendo com que o diálogo sobre o sexo vire um tabu.
Outrossim, é o modesto conhecimento adquirido entre essas jovens, pois, muitas não aderem o métodos contraceptivos. Além disso, muitas meninas não têm condições financeiras ou psicológicas para criar um bebê. Outro fator existente, são as consequências causadas pela maternidade, fazendo com quê jovens de 15 a 19 anos deixem de lado os seus estudos, e se dediquem a criança.
Levando-se em consideração esses aspectos, para compreender e atuar na magnitude do problema que gira em torno dessa temática, cabe ao governo apoiar programas dirigidos para mulheres em maior vulnerabilidade para gestações precoces, e que sejam iniciados programas de educação sexual para homens e mulheres. Também, através das escolas e da imprensa, a recomendação para que se expanda o acesso a métodos anticoncepcionais.