Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 02/07/2018

Em séculos passados um fator muito comum era o casamento precoce (na adolescência) que gerava, na maioria das vezes, a gravidez. Mas, em pleno século XXI com vários métodos contraceptivos existentes como a camisinha, o DIU e os anticoncepcionais ainda é um fator de grande abundância nesta fase da vida das mulheres. É de alto risco exigindo uma participação médica durante a gestação até o momento do parto.

Considerando as maiores causas desse comportamento em meninas tão jovens temos a baixa escolaridade, que é gerada pela falta de interesse de tais para a ascensão social de modo que abandonam a escola e seguem a vida sem conhecimento carregando fardos na vida adulta que poderiam ter evitado ao concluir os estudos.

E com maior destaque tem-se a desestruturação familiar que é notada quando há certa dificuldade de relacionamento das adolescentes com os pais. Isto faz com que elas fiquem com medo de contar aos pais que estão grávidas e muitas vezes retarda o início do pré-natal gerando consequências durante a gestação e no parto.

De um ponto de vista biológico a maior causa da gravidez neste período jovem é a primeira menstruação acontecendo precocemente. Com isto, o início da atividade sexual mais cedo é favorecido.Nesse contexto a prevenção deste problema está dentro das próprias casas quando os pais dão mais liberdade às filhas para terem conversas sobre suas relações, seus métodos de se cuidarem.

Com a colaboração do Ministério da Saúde e da Educação toda sociedade desde jovem sabe como são as prevenções e também as consequências de uma gravidez. No entanto, cabe a cada jovem se conscientizar ao escolher que começará a ter relações e se prevenir.