Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 03/07/2018

O filme “Juno” relata uma gravidez indesejada e precoce na vida de uma adolescente, onde a mesma passa por inúmeros conflitos (físicos, sociais e psicológicos). Já fora das telas estadunidenses, isto é uma realidade no Brasil. Uma vez que, através de formas midiáticas, e por ausência de informação necessária esse importuno manifesta-se.

A estratificação social feita com base em condições socioeconômicas, deixa explicito a maior taxa de gravidez precoce em regiões periféricas, com menor infraestrutura e menos acalentada pelo governo, enfatizando que essa ausência é significativa e corrobora para a resolução do impasse, onde, a escola e família são bases de formação social e pessoal.

Outrossim, a mídia tem grande papel influenciador, promovem (filmes, novelas e séries) com conteúdo sexual e nem sempre alertam devidamente a idade para o consumo, deixando assim tornar-se um ato banal, sem riscos e consequências. Logo, configura um grave problema influenciador, pois canais midiáticos são os maiores meios e de transmissão de informação mal avaliadas.

É indispensável a adoção de medidas capazes de assegurar uma mudança na resolução dessa problemática, haja visto que apenas palestras e aulas sobre ato sexual não tendem a ter esperados resultados. Posto isso, cabe ao MEC em parceria público-privada e subsídios concedidos pelo governo ministrar aulas em todas as escolas ( publicas e particulares ) acerca não apenas do ato e prevenção sexual, mas também as consequências de uma gestação na adolescência, ademais com os subsídios prover comerciais e documentários com o fito de fornecer um alcance maior e interesse para conhecer o problema, assim devolvendo uma singela restante inocência aos adolescentes/crianças, alongando seu aproveitamento do teatro da vida.