Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 23/08/2018
“Brincadeira de criança, como é bom, como é bom, guardo ainda na lembrança”. A música da banda Molejo reflete o quanto é prazeroso a infância, entretanto, muitas vezes é interrompida devido a gravidez precoce. Nesse sentido, no século XXI, no Brasil, há um debate dessa nas vidas dos infantes. Assim, infelizmente, as consequências desse problema têm prejudicado a educação e trazido frutos irreversíveis.
A priori, é fundamental analisar que os jovens se ausentam das escolas devido a gestação adiantada. Nesse contexto, conforme o Centro de Referências Educação Integral, a gravidez é responsável por 18% da evasão escolar entre meninas. Logo, é preocupante o egresso destes do ambiente educandário, pois sem educação não haverá conhecimentos e oportunidades de trabalho, comprometendo, desse modo, o futuro delas e dos filhos.
Além disso, infere-se que a gestação é a maior causa de morte entre adolescentes. Desse modo, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), 1,9 mil jovens morreram em 2014, no Brasil, devido as dificuldades da saúde durante essa fase. Destarte, lamentavelmente, é visto a omissão das Unidades Básicas de Saúde a adolescentes por profissionais que desrespeitam esses. Ou seja, na maioria das vezes, não é oferecida uma saúde de qualidade a todos, por conseguinte, demonstrando uma relevância do problema. Indo em contramão a ideia da música da banda Molejo.
Dados os fatos, é necessário a resolução desse impasse para uma boa qualidade dos futuros infantes. Dessarte, o Ministério da Educação deve criar programas sociais na escolas, como palestras e debates, por meio de professores capacitados, a partir de oficinas educativas, na finalidade de informar os jovens da importância dos estudos. Outrossim, o Ministério da Saúde deve promover projetos, como campanhas sociais que ampliem os serviços de saúde sexual e reprodutiva, no intuito de esclarecerem aos adolescentes os perigos de uma gravidez precoce.