Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 12/11/2018
A taxa de nascimento entre adolescentes de 15 a 19 anos no brasil está aproximadamente em 68,4 – segundo aos dados de 2010 a 2015. Na adolescência ocorre o pico de níveis hormonais, o que costuma levar ao inicio da vida sexual que, consequentemente, quando pouco abordado e discutido com os adolescentes, pode vir a ser praticado com a ausência de uma proteção necessária.
Há uma grande parte da população que desconhece os métodos contraceptivos ou apenas os ignora. Através desses fatos, é possível prever o aumento de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez indesejada. A mesma é um problema para a saúde pública, já que coloca em risco a mãe e o bebê, além de ser um fator que afeta a parte socioeconômica, pois as grávidas muitas vezes abandonam os estudos e tem como uma reação a dificuldade para ingressar ao mercado de trabalho. Atualmente o sexo é um tabu, sendo pouco falado entre famílias e até mesmo dentro do ambiente educacional, e quando mencionado é relacionado, em sua maior parte, ao fato de ser um ato que traz doenças sexuais aos parceiros, esquecendo de um dos principais resultados que é gerar uma vida. Lembrando também que não é preciso nem se expor ao ato em si para ocorrer uma gravidez.
Pode-se presumir que, por ser um assunto pouco abordado é constrangedor para os adolescentes questionarem seus pais, educadores ou médicos sobre o tema, o que os leva a internet, onde as informações são superficiais e pouco explicativas, levando-os a executar o ato de uma maneira não totalmente segura.
Destarte, os adolescentes terão sua primeira relação sexual com ou sem a informação necessária, para diminuir a taxa de nascimento que se mostra volumosa o Ministério da Saúde, trabalhando juntamente com as escolas, pode adotar companhas alertando aos adolescentes sobre como conciliar uma vida sexualmente ativa à segurança dos parceiros. Para execução do plano proposto pode ser adotada a exposição de banners e a adesão de aulas sobre educação sexual nas escolas, para então diminuir os riscos de uma gravidez indesejada na adolescência.