Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 29/11/2018

Muito se discute sobre a necessidade de reprodução do reino animal, assim como os demais, o homem à realiza, porém a reprodução sexual não se restringe apenas à procriação também como realização do prazer. Os jovens sem experiência e conhecimentos muitas vezes não tem maturidade e condições apropriadas para criar um filho, o que leva a ser um risco para a família.

A gravidez na adolescência é considerada a que ocorre entre os 10 e 20 anos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Apontada como uma gestação de alto risco decorrente das preocupações que traz à mãe e ao recém nascido, a gravidez nesta faixa etária pode acarretar problemas sociais e biológicos. Apesar do que muitos pensam, os adolescentes dos dias atuais possuem, sim, conhecimento sobre a existência de métodos contraceptivos, uma vez que informações são fornecidas nas escolas, televisão e até mesmo pela internet. Entretanto, a maioria não sabe prevenir-se de forma adequada, não compreendendo o funcionamento de cada método, utilizando-o de maneira errônea ou, simplesmente, abandonando seu uso por questões pessoais. Muitas mulheres afirmam não utilizar a camisinha por objeção do parceiro ou, ainda, por terem um relacionamento estável com um único homem e, por isso, não veem a necessidade do uso de métodos anticoncepcionais. Além disso, entre os adolescentes, é comum o pensamento de que uma gestação nunca aconteceria com eles. Esse pensamento imaturo também contribui para a não adesão de métodos contraceptivos.

Em virtude dos fatos mencionados o governo deveria fazer campanhas para conscientização de todos que a relação sexual requer grandes cuidados. Tanto os hospitais como as escolas deveriam instruir a comunidade para que saibam a importância dos métodos anticoncepcionais e das doenças sexualmente transmissíveis. Assim a sociedade estaria mais ciente dos risco que podem ocorrer neste período.