Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 24/11/2018
’’ Mudar é difícil mas é possível’’- escritor Paulo Freire, em base dessa frase podemos tirar um ponto positivo que a mudança não é fácil, mas com os meios corretos pode-se tornar realidade. O Brasil tem o índice de gravidez precoce muito alto, apenas perdendo para o país da Venezuela, isso mostra que o Brasil é vulnerável em faltas de informações do Estado com a população, assim acontecendo o aumento de jovens grávidas na adolescência e causando doenças.
Em primeira análise, podemos ressaltar que a taxa de gravidez na adolescência é de 68,4%, assim deixando em evidência que jovens de 10 a 14 anos engravidam, com base na taxa de gestação citada, temos a entender que o número de fertilidade entre adolescentes continuam elevado, assim criando uma desigualdade no país, pois a maior parte de adolescentes gestantes são encontradas na região norte, onde por ventura a falta de informação é de total visibilidade. A desigualdade dentro do país é tão grande que jovens não conseguem empregos, ou quando conseguem não passam nem de um salário mínimo, fazendo com que a criança tenha uma infância difícil e precária, assim tendo a entender desde criança que precisam ajudar dentro de casa, facilitando a ter que trabalhar cedo e ganhar dinheiro fácil, tendo em vista a maior parte para o mundo do crime, pois em sua mentalidade é assim que conseguem manter uma casa com um conforto melhor.
Segunda análise, podemos mostrar que a falta de orientação com essas adolescentes é elevado, pois muitas delas engravidam de jovens maiores de idade e isso pode ser aplicado sobre a lei de estrupo e vulnerável, em razão que meninas entre 10 a 14 anos não entendem direito o que acontecem com seu corpo. Por falta de conhecimento dessas pessoas imaturas acabam deixando escolas para cuidar de seus filhos. Assim retratando que o país não evoluiu, pois tendo a mentalidade de que teve filhos em consequência largar os estudos e casar com o pai da criança, por falta de informação ocorre de não progredir futuramente e sim ficar estável até a criança crescer um pouco e ter condição de ‘‘correr’’ atrás de estudos e melhoria para a vida. Vale destacar que doenças podem ser transmissível não é apenas uma gravidez precoce, pois a falta de ciência coloca em risco a saúde da mãe e até mesmo do bebê.
Portanto, medida deve ser cabíveis, assim para reduzir a quantidade absurda de gravidez precoce o ministério da saúde distribuir junto com o preservativo, anticoncepcionais, pilula do dia seguinte em postos de saúde. O Estado reunindo com o marketing e publicidade reforçando campanhas como panfletos, cartazes, propaganda em televisão até mesmo em rádios e principalmente focando nas escolas, tendo palestras mais reforçadas sobre orientação sexual e os danos que são causados.