Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 13/02/2019

Biologicamente, o corpo feminino já pode abrigar um feto logo após a menarca. Embora esteja preparada fisiologicamente, a parte emocional e social se encontra em desenvolvimento e uma gravidez na adolescência é prejudicial nesse amadurecimento, o que traz uma certa preocupação com os crescentes casos de gravidez nessa faixa etária. As causas desse problema são a falta de informação e a reprodução de tabus dentro do núcleo familiar.

Vale ressaltar, inicialmente, que os jovens brasileiros têm iniciado a sua vida sexual cada vez mais cedo. Segundo a Teoria Reformista, o aumento da natalidade é consequência da pobreza, uma vez que, pessoas mais pobres possuem menos acesso à informação. A exemplificação disso, são meninas pobres que não possuem dimensão sobre concepção e ists e acabam aparecendo nas estatísticas em maior número entre as mães jovens.

Além disso, o acesso a informação dentro de caso não existe para a maioria dos adolescentes. Segundo Pierre Bourdier, uma estrutura é introduzida na sociedade, após ser incorporada, ela passa a ser reproduzida. Tal afirmação se constata na ideia de muitas famílias que acreditam que falar sobre sexo incentiva a prática, dessa maneira, esse comportamento, se perpetua de geração a geração, consequentemente, aumentando o número de casos.

A falta de acesso a informação precisa ser combatida. Portanto, o Governo Federal deve promover palestras com as famílias e jovens dentro das escolas sobre a importância da educação sexual, assim, garantindo a quebra de tabus sobre sexo e a gravidez indesejada e garantindo a diminuição gradual da maternidade na adolescência.