Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 19/02/2019
Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), o Brasil tem a 7° maior taxa de gravidez precoce da América do Sul. Sob tal perspectiva, várias adolescentes engravidam muito cedo, o que causa consequências individuais. Nesse sentido, deve-se analisar como a falta de diálogo sobre o assunto e a ineficiência das políticas públicas influenciam na problemática em questão.
Em primeiro plano,é importante ressaltar que a ausência de diálogos por parte da escola e, principalmente, das famílias fazem com que as jovens fiquem desinformadas. De acordo com Platão, filósofo grego, a direção na qual a educação se inicia a um homem irá determinar a vida futura. Ou seja, se uma adolescente, desde cedo, é ensinada sobre a como se evitar uma gravidez,e as consequências que ela causará, essa pessoa poderá evitar. Assim, percebe-se que as instituições devem informar aos jovens acerca dessa problemática.
Em segundo plano, a inexistência de campanhas e a ineficácia dos programas assistenciais contribuem para os elevados índices de gravidez entre esse grupo social. Conforme Aristóteles, a política deve agir em consonância com a justiça, a fim de que o equilíbrio social seja alcançado. No entanto, o Brasil está longe de alcançar esse equilíbrio, pois a educação sexual é vista como um tabu que precisa ser quebrado. Dessa forma,deve-se conscientizar esses indivíduos através da mídia para que o país diminua a quantidade de gravidez nas jovens.
Torna-se evidente, portanto, que o Ministério da Educação deve aplicar a efetivação de políticas educacionais que abordem a educação sexual como tema transversal, de modo a orientar e prevenir quanto à gravidez precoce com debates e projetos que envolvam toda a comunidade escolar, a fim de contribuir aproximação do aluno ao tema.Ademais, o Ministério da Saúde deve criar um programa nacional que vise o esclarecimento sobre os métodos contraceptivos, nas mais diversas mídias, voltado para o público adolescente.