Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 22/02/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garantem a todos os indivíduos, sem qualquer distinção, o direito à saúde e ao bem-estar social.  Conquanto, quando se observa as entraves relacionadas a gravidez na adolescência em evidência no Brasil, o que prejudica o período de formação educacional de meninas frente à sociedade e ao seu desenvolvimento social e interpessoal, ao impedir que essa parcela desfrute esse direito na prática. Nesse sentido, esses subterfúgios devem ser encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.

É incontestável que a taxa de fertilidade esteja entre as causas principais dessa repressão patriarcalista. Tal fato se reflete de meninas adolescentes, em sua maioria, se relacionarem negligentemente sem o uso de proteções - conhecidas como camisinhas ou até mesmo pílulas anticoncepcionais, o que ocasiona a ocorrência de partos precoces com anomalias , e a falta da aplicação de prevenção na gravidez, sendo dadas em escolas sobre doenças sexualmente transmissíveis nas aulas de educação de saúde, devido a falta de administração e fiscalização pública por parte de alguns órgãos públicos em promover campanhas que visem o tecido social sobre os riscos de gravidez, como é o caso do aborto, além da deficiência física.

Outro ponto relevante, nessa temática, é a mortalidade materna, sendo o impulsionador dessa repressão. Segundo Michel de Montaige, a mais honrosa das ocupações é servir o público e ser útil as pessoas. De maneira análoga ao pensamento do filósofo, a atuação produtiva da sociedade encontra-se distante no país. Prova disso, verifica-se a concentração com mais  2,5 mil casos de morte de mães adolescentes com problemas de saúde durante o parto, pós parto, o que percebe-se a raiz do problema.

A Gravidez na adolescência, representa um impasse no meio social brasileiro. Portanto, medidas estratégicas são imprescindíveis para resolve-la. Sendo assim, o Ministério da Educação e Cultura juntamente com governo devem ofertar palestras em escolas públicas e privadas, para alunos do ensino médio, por meio de vítimas do problema, bem com o especialistas do assunto. Tais palestras devem ser webconferenciadas nas redes sociais dos ministérios, com objetivo oferecer mais lucidez sobre a gravidez na adolescência em evidência no Brasil. Aliado a isso, as ONG’s devem dedicar-se para elaboração de projetos sociais, como em instruir cartilhas sobre alternativas de prevenção na gravidez e suas práticas, principalmente jovens que pretendem casar-se precocemente, construindo-se então, uma sociedade mais fiel aos princípios da constituição, o que deverá ser conhecido como fato histórico.