Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 13/03/2019
Gravidez precoce e suas consequências
Por volta de 1950, as mulheres casavam-se cedo e constituíam uma família. Pois não possuíam todos os direitos que visualizamos no cotidiano. Além disso, o trabalho era manual, e com isso as mulheres precisavam ter mais filhos para ajudar nos afazeres. Porém, com o avanço da tecnologia e a conquista dos direitos das mulheres, elas tornaram-se mais independentes. Logo, a gravidez na adolescência veio a ser um problema no Brasil.
A mulher é protagonista da sua carreira e do seu sustendo nos dias atuais. Deste modo, a necessidade de estudar e buscar especializações é cada vez mais cobrado pelas empresas e sociedade trabalhista. O que diminui seu tempo para outras atividades, como ter um filho. Assim, ter uma gravidez precoce pode acarretar em diversos problemas, como o trancamento dos seus estudos e futuros problemas financeiros.
É biologicamente comprovado que as mulheres possuem uma idade considera ‘‘ótima’’ para a gravidez, a qual varia dos 25 aos 30 anos de idade, segundo pesquisadores. Por isso, quando uma jovem engravida no auge dos seus 15 anos de idade a gravidez é arriscada, podendo levar a possíveis fatalidades. Além de que a procura por métodos de aborto ilegal é cada vez mais recorrente, devido a gravidez indesejada, por sua vez muitas jovens acabam colocando sua saúde em risco.
Com isso, nota-se a crescente taxa de gravidez na adolescência no Brasil. Portando faz-se necessário uma medida de prevenção, que una a Secretaria da Saúde, juntamente com as escolas para ministrar aulas ou palestras sobre esse tema, para que os jovens tenham a informação e noção de todas as consequências que a gravidez precoce causará em suas vidas. Como também promover o envolvimento da família nesse assunto.