Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 26/03/2019
Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) 76% das adolescentes que engravidam abandonam a escola. Tal situação é de grande recorrência no Brasil, e é derivada de uma série de fatores. Dentro desta ótica, esse problema se apresenta devido à falta de conhecimento sobre métodos contraceptivos, e omissão de apoio e comunicação das famílias.
De certo, hodiernamente a pratica de relações sexuais, é de uma enorme recorrência entre os jovens. Entretanto, maioria optam pelo não uso dos métodos contraceptivos, ou não possuem um pleno conhecimento das opções. Abrindo assim uma brecha para que ocorra a gravidez precoce.
Somando isso, a exiguidade da família é um fator de grande colaboração para todo este cenário. São poucos os responsáveis que mantem um relacionamento de suporte as duvidas de seus filhos. Cooperando assim, com o crescimento já alarmante de gravidezes entre jovens de 10 a 19 anos no Brasil.
Portanto, afim de garantir uma atenuação a tais índices, cabe aos Ministérios da Saúde e da Educação promoverem o acesso a informação nas escolas sobre a importância dos preservativos, tanto na prevenção de doenças, quanto na da gravidez indesejada. Por meio, do auxílio de profissionais da saúde que irão apresentar todas as opções aos adolescentes. Suprindo assim a ausência por parte das famílias, quanto às informações sobre como se prevenirem, como também irão diminuir a quantidade de adolescentes que abandonam a escola por conta de tal contexto.