Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 28/04/2019
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS),o Brasil apresenta 68,4 de taxas de nascimentos por adolescentes.No entanto,a gravidez na adolescência ainda é realidade na sociedade brasileira,seja pela falta da ampliação da educação sexual,seja pela falta da inclusão dos homens na preservação.Nesse caso,cabe a análise de como esses fatores corroboram para a evidência da fertilização das mulheres.
A princípio,a falta da educação sexual é a principal causa para a eclosão desse fator.Isso porque os adolescentes não recebem recomendações adequadas sobre o assunto,e procuram outros meios para se informar.Em consequência disso,os jovens praticam os atos sexuais sem preservações adequadas,aumentando a proporção de adquirir doenças sexualmente transmissíveis.
Além disso,há de se desconstruir a desigualdade de gênero na preservação da gravidez.A esse respeito,o filósofo Michael Foucault preconiza em “Vigiar e Punir” que a sociedade caracteriza uma forma de dominação.Isso porque as taxas da preservação dos homens são menores em relação as mulheres,proporcionando uma grande chance de um aborto paterno.
É urgente,que esse dilema deixe de existir na contemporaneidade brasileira.O Estado em parceria com o Ministério da Saúde,deve investir em palestras com profissionais adequados nas escolas para indicar instruções recomendáveis.Por sua vez,o governo federal deve ampliar as suas propagandas de preservação nas mídias sociais.Espere-se que as taxas de nascimentos por adolescentes diminuem a cada ano.