Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 01/04/2019
A datar do século XVIII, no qual sucedeu o início de grandiosas Revoluções Industriais, o mundo demasiadamente antepõe valores de cunho mercantilista sobre princípios sociais e educacionais. Entretanto, como já abordado pelo considerado “pai da sociologia”, Augusto Comte, “uma sociedade precisa estar corretamente organizada para que funcione e progrida”. Desta forma, surge a necessidade de ocorrer discussões sociais a respeito aos altos índices de gravidez na adolescência, para assim, garantir o que é proposto pela Constituição Federal de 1988, que por sua vez, é a lei mais hierárquica dentre todas.
De acordo com o sociólogo francês, Émile Durkheim, cujo estudava a sociedade de forma dedutiva, ele segregava a forma de socialização entre duas: A primária (família) e a secundária (escolas). Desta maneira, as orientações e diálogos prematuros acerca de gestações na adolescência, são elementos essenciais no âmbito familiar, pois, com isso, a família assumirá o seu papel inicial na vida dos indivíduos. Todavia, muitas famílias carregam consigo ideologias receosas ao ato de haver comunicações sobre sexualidade. Contudo, a vasta tecnologia presente hodiernamente possui uma imensa influência na vida dos juventudes atuais, pois, auxilia na ampla obtenção de novos conhecimentos de mundo.
Segundo os objetivos fundamentais estabelecidos pela lei suprema brasileira, aos quais o artigo 205 relaciona-se diretamente com a educação, ele revela que, cabe ao Estado e a família dar educação aos indivíduos, pois, ela é um direito destinados a todos. Dado ao exposto, é notório a percepção da implícita ideia durkheimiana, logo, caso o ofício primário não seja realizado, os números de recorrentes gestações na juventude aumentará proporcionalmente, e consequentemente, elevará também, os possíveis riscos contidos nesta ação, como tais: abortos espontâneos, mortalidade materna e/ou letalidade da criança, infecções, dentre outras coisas.
Em conformidade com Émile Durkheim, uma sociedade pode ser comparada a um “corpo biológico”, por conter partes que interagem entre si. Dessarte, é de extrema magnitude que ocorra a interação entre as famílias brasileiras e o Ministério da Educação, em detrimento aos altos índices voltados para gravidez na juvenilidade, a partir de medidas respectivas a maiores debates e orientações familiares com o adolescente, para que assim, no momento em que as crianças se direcionem para as instituições educacionais, elas já carreguem com si, conhecimentos básicos sobre assuntos mundanos, e concomitantemente a isso, as escolas poderão exercer com uma melhor qualidade, o seu papel secundário na vida dos indivíduos envolvidos.