Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 06/04/2019
No século XX, era bastante habitual deparar-se com adolescentes grávidas, com isso, os índices de natalidade nesse período eram em média de cinco filhos por mulher, em consequência disso, as mulheres não exerciam uma papel na sociedade, Porém, hodiernamente, no Brasil, os índices de natalidade decresceram, entretanto, a maternidade precoce ainda é constantemente identificada. Nessa perspectiva, os julgamentos que os indivíduo recebe da sociedade e os malefícios no âmbito escolar, ocasionam consequências deletérias as adolescentes. Logo medidas Estatais e familiares são fulcrais.
Efetivamente, as adolescentes que apresentam aspectos de gravidez sofrem abundantemente com traumas psicológicos, principalmente, com os julgamentos da sociedade, formando-se graves quadros de depressão e ansiedade. Dessa Maneira, a própria sociedade ocasiona erros ao tentar ajudar o indivíduo, visto que a ignorância humana, majoritariamente, é superior a bondade. Comprova-se com o pensamento do filósofo Sócrates “O erro é a consequência da ignorância humana”, Haja visto que a sociedade brasileira atua de forma preconceituosa, gerando incômodo ao sujeito, ocasionando várias entraves, por exemplo, a dificuldade de socializar e de prejudicar o meio acadêmico, uma vez que, será tratada de uma forma diferente. Em face disso, o Estado deve agir no enfrentamento a esse viés.
De certo, o pouco diálogo entre pais e filhas pode provocar consequências não esperadas, como a gravidez, que pode prejudicar a adolescente gravemente, principalmente, se for de classe econômica baixa. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil tem uma média superior aos outros países latinos americanos, no quesito gravidez na adolescência. Nessa conjuntura, quando uma adolescente fica grávida, por inadvertência dela mesmo, pode acontecer vários problemas, por exemplo, o abandono escolar, visto que os planos para o futuro podem não ocorrem. Todavia, os da classe econômica inferior pode causar desistência a uma vida acadêmica, pois terá que cuidar da criança. Acerca dessa lógica, a família deve intervir nessa mácula social.
Destarte, com o intuito de minimizar a maternidade precoce no Brasil, o Estado deve promover programas sociais para distribuição de preservativos e realização de palestras, com médicos e psicólogos especialistas, mostrando a realidade da maioria das adolescentes, por meio de peças teatrais, ministradas e protagonizadas por autores famosos e influente, mostrando os efeitos da gravidez precoce na atualidade brasileira, a fim desse efeito deletério não se torne recorrente. Ademais, a família, como instituto de formação do cidadão, deve realizar diálogos sobre o assunto de sexualidade, apresentando-se aspectos que podem ocorrer sem cuidados necessários. Dessa maneira, os efeitos deletérios serão minimizados e, consequente, não retomada ao século XX.