Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 26/04/2019

De acordo cm a Constituição Federal assinada em 1998, prevê direitos básico para todos as crianças, como educação, saúde e salva de toda a forma de negligência.Entretanto, a gravidez na adolescência tem acometido diversas crianças a efeitos prejudiciais, a exemplo do abandono escolar e dos possíveis problemas de saúde gerados pela gravidez precoce.Logo, remediar tais entraves é imprescindível para uma plena harmonia social.

Diante desse cenário, o portal de notícias do G1, aponta que cerca de 75% das adolescentes que tem filhos estão fora das escolas, proporcionando assim um aumento na fuga escolar. Nesse sentido, a evasão escolar  diminui as chances dessas garotas conseguirem ingressar no mercado de trabalho. Visto que, as grandes corporações prezam pelos candidatos com os melhores currículos acadêmicos e graduações, sobrando assim trabalhos de sub-existência, que não garante uma qualidade de vida digna tanto para a mãe tanto para a criança. Este fato faz com que a manutenção da pobreza seja continua nessas famílias, devido á precária condição social inseridas.

Além disso, como afirma a OMS- Organização De Saúde Mundia-  toda gravidez que a gestante se encontra entre 10 e 18 anos é considerada de risco. Pois,  o bebê pode nascer prematuro ou com baixo peso, já com a mãe pode ocorrer abortos espontâneos , uma vez que a adolescente não está preparada fisiologicamente para receber o feto. Nesse contexto, a gravidez precoce vai na contra-mão da Constituição, que dita a saúde de crianças e adolescentes como prioridade. Indubitavelmente, á neglicencia governamental em garantir o bem-estar e a integridade de ambos.

Portanto, ações precisam ser tomadas procurando diminuir os efeitos da gravidez na adolescência. Para isso, é fundamental que as Escolas - órgãos responsáveis pela educação de crianças e jovens no país-  invista em campanhas conscientizadoras através de rodas de discussões, teatros e cartazes falando sobre os efeitos de uma gestação de risco, com a finalidade de melhorar os índices de fuga escolar, a fim de beneficiar e melhorar  a qualidade de vida. Ademais, cabe também as famílias informar sobre o uso de preservativos nas relações sexuais, com o intuito de evitar a gravidez indesejada e a transmissão de DST - doenças sexualmente transmissíveis .