Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 28/04/2019
O filme “Preciosa - Uma história de esperança” retrata a vida de uma adolescente que não sabe ler nem escrever e engravidou aos 16 anos. Embora se trate de uma ficção, essa realidade se faz presente no Brasil e é intensificada pela ausência de educação sexual em instituições de ensino e pouca informação acerca do uso correto dos métodos contraceptivos, sendo imprescindível a criação de medidas que revertam essa situação.
Em primeiro lugar é válido ressaltar que, embora a taxa de fecundidade na década de 70 tenha caído, a ausência de discussão e debates acerca das relações sexuais nas escolas brasileiras e os seus perigos como possível anemia, aborto espontâneo e até mesmo depressão pós parto, tem refletido em um aumento de 26% de grávidas adolescentes de acordo com a Pesquisa Nacional em Demografia e saúde. Dado que contribui para o inchaço das redes públicas de saúde inviabilizando investimento na cura de outras doenças.
Além disso, embora essa taxa de fecundidade tenha caído devido aos métodos contraceptivos elaborados pela medicina moderna, a escassez de informação acerca dessas em relação ao seu uso e possíveis efeitos, tem se traduzido em viés para esses jovens. Visto que, conforme estudos feito pela UNIFESP, o desconhecimento em relação ao modo de uso da pílula é alto entre as adolescentes entrevistadas. Alguns, apesar da falta de conhecimento, arriscam-se tomando estes contraceptivos por conta própria ou por indicação de colegas, sem prescrição médica e orientação.
Logo, é necessária a elaboração de ações que mudem esse quadro. Para isso, é dever do Ministério da Educação incentivar as instituições de ensino ao diálogo sobre a educação sexual, por meio de filmes, como “Preciosa” com o propósito de informar os estudantes dos contratempos desta situação. Outrossim, é preciso que o pode midiático por meio de novelas e séries passe a esclarecer o uso de métodos contraceptivos, por meio de personagens que usem adequadamente e procuram os médicos para o uso das mesmas, para que haja diminuição de adolescentes grávidas no Brasil.
Em primeiro lugar é valido ressaltar que, , o número de adolescentes grávidas aumentou em 26% de acordo com a Pesquisa Nacional em Demografia e saúde. Fato que evidência a falta de discussão e debates em salas de aula acerca dos perigos da situação, como possível anemia, abortos espontâneos, depressão pós parto e entre outros