Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 01/06/2019

Os jovens iniciam a vida sexual cada vez mais cedo, como consequência os casos de gravidez na adolescência se tornaram algo comum. Nessa direção, os adolescentes viram pais sem nenhum planejamento familiar por influência de aspectos socioculturais da sociedade contemporânea e a falta de inteligência emocional.

Nas últimas décadas, a sociedade passou por diversas mudanças no âmbito social com o invento dos métodos anticonceptivos e o consequente aumento das relações sexuais. Além disso, ocorreu também um processo de hipersexualização dos homens e das mulheres na mídia, como na maioria das músicas de funk e até mesmo o fácil acesso a filmes pornográficos na internet. Segundo o neurocientista Gary Wilson, em “Your brain on porn”, a média de exposição das pessoas a vídeos eróticos é de onze anos. Dessa maneira, adolescentes com a mente em formação são expostos a conteúdos que os ensinam que a relação sexual não tem nenhuma consequência, assim procuram parceiros reais.

Nessa direção, é comum milhares de casos de meninas grávidas no Brasil todos os anos sem maturidade nenhuma para a maternidade, com a inversão das etapas da vida com o atraso ou até mesmo abandono dos estudos. Assim, como disse o médico Hipócrates: “Os jovens não tem nenhum respeito pelo passado e esperança nenhuma para o porvir”. Dessa maneira, é importante que haja um maior diálogo entre as famílias para evitar a gravidez indesejada alertando os filhos sobre o perigo das relações imprudentes, preservando sempre o direita à vida.

Portanto, medidas são essenciais para diminuir a gravidez na adolescência no Brasil. Logo, cabe à sociedade civil, através de ONGs, ajudarem a família e os adolescentes a se conscientizarem não só das DSTs, mas também da gravidez no momento errado, por meio de campanhas sobre preservativos e os benefícios da abstinência sexual para um futuro melhor.