Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 04/06/2019

No Acre, 27% dos bebês que nasceram são filhos de mães adolescentes. Já no território absoluto do Brasil, 1 em cada 5 crianças nascidas são filhas de adolescentes.

É importante ressaltar, em primeiro plano, as taxas de fertilidade entre adolescentes são altas. Afetam principalmente as populações que vivem em condições de instabilidade e demonstram desigualdades sociais. De acordo com Carissa F. Etienne, diretora da OPAS, ‘‘A gravidez na adolescência pode ter um efeito profundo na saúde das meninas durante a vida’’, não apenas cria barreiras para seu desenvolvimento, como se associa a resultados de insuficiência física na saúde e a um maior risco de morte materna.

Cabe mencionar, em segundo plano, de acordo com IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) 68,7% das adolescentes com filho param de estudar sem terminar o ensino médio.  As meninas hoje recebem muito mais entendimento sobre as doenças transmitidas sexualmente nas aulas de educação de saúde na escola do que sobre prevenção de gravidez. Elas não percebem como é fácil uma jovem ficar grávida.

Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado, Posto isso, a OMS (Organização Mundial da Saúde) com parcerias com as escolas, devem investir em palestras sobre sobre os riscos da gravidez na adolescência como também sobre a importância do uso de métodos contraceptivos. Além disso, a mídia deve aplicar propagandas sobre o tema abordado, como também propôr que os pais aconselhem mais seus filhos e mostrando como é relevante esse assunto.